Modelos de Administração Pública: nova governança pública

NOVA GOVERNANÇA PÚBLICA COMO MODELO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

 

Introdução

A Nova Governança Pública (NGP) é um modelo de administração pública que surgiu na década de 1990 como uma resposta à crise do modelo burocrático tradicional. A NGP se concentra em melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público, enfatizando a colaboração entre as organizações públicas e privadas e o envolvimento dos cidadãos. Este capítulo tem como objetivo discutir os principais aspectos da NGP e suas implicações para a administração pública contemporânea.

A Nova Governança Pública

A NGP é uma abordagem que enfatiza a importância da colaboração e da participação dos cidadãos na tomada de decisão pública. Segundo Osborne e Gaebler (1992), a NGP é baseada em oito princípios: orientação para resultados, orientação para o cliente, descentralização, competitividade, flexibilidade, ênfase na qualidade, envolvimento do setor privado e prestação de contas. Esses princípios são direcionados para melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público.

O novo modelo de administração pública, conhecido como Nova Governança Pública (NGP), surge em resposta às demandas de uma sociedade cada vez mais exigente e crítica em relação à eficiência e eficácia dos serviços públicos. A NGP apresenta uma abordagem centrada no cidadão, buscando atender às suas necessidades e expectativas através de uma gestão pública mais ágil, transparente e participativa.

Autores como Osborne e Gaebler (1992) argumentam que a NGP enfatiza a eficiência, eficácia e accountability dos serviços públicos, estabelecendo parcerias entre o setor público e privado para a prestação de serviços. Nesse sentido, a NGP se baseia em princípios como a descentralização, a privatização, a competitividade, a qualidade e a inovação.

Outros autores, como Hood (1991), destacam a importância do controle e da avaliação da performance do setor público como forma de garantir a prestação de serviços de qualidade e a responsabilização dos gestores públicos. Para ele, a NGP apresenta uma abordagem mais gerencialista e empresarial, com uma maior ênfase na gestão de resultados e no controle da performance dos serviços públicos.

Já autores como Rhodes (1997) destacam a importância da participação da sociedade na tomada de decisão e na gestão dos serviços públicos como forma de promover a accountability e a transparência na administração pública. Segundo ele, a NGP se baseia na ideia de que a gestão pública deve ser compartilhada entre o setor público, privado e a sociedade, visando uma maior participação e envolvimento dos cidadãos nas políticas públicas.

A NGP também tem um foco na gestão de resultados, com ênfase na mensuração e avaliação dos resultados alcançados pelos programas e políticas públicas. A ênfase na gestão de resultados tem como objetivo aumentar a transparência e responsabilidade do setor público e melhorar a alocação de recursos.

Outra característica importante da NGP é a ênfase na colaboração entre as organizações públicas e privadas. A NGP encoraja a parceria público-privada e outras formas de cooperação, com o objetivo de melhorar a eficácia e eficiência na prestação de serviços públicos.

Implicações para a Administração Pública

A NGP tem implicações significativas para a administração pública contemporânea. Uma das implicações é a mudança no papel do Estado, que deixa de ser visto como o provedor exclusivo de serviços públicos e passa a ser um facilitador da prestação desses serviços. A NGP também implica em uma mudança na cultura organizacional, com ênfase na flexibilidade, inovação e aprendizagem organizacional.

Outra implicação é a necessidade de desenvolver novas habilidades e competências por parte dos gestores públicos, que precisam ser capazes de lidar com a complexidade e ambiguidade da gestão colaborativa. Além disso, é importante desenvolver mecanismos de mensuração e avaliação de resultados para garantir que os objetivos de eficiência, eficácia e responsabilidade sejam alcançados.

Conclusão

A Nova Governança Pública é um modelo de administração pública que tem como objetivo melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público, enfatizando a colaboração entre as organizações públicas e privadas e o envolvimento dos cidadãos. A NGP tem implicações significativas para a administração pública contemporânea, incluindo uma mudança no papel do Estado, uma mudança na cultura organizacional e a necessidade de desenvolver novas habilidades e competências por parte dos gestores públicos.

Em resumo, a NGP apresenta uma abordagem mais flexível e adaptativa em relação ao modelo tradicional de administração pública, buscando atender às demandas de uma sociedade cada vez mais exigente e crítica em relação aos serviços públicos. Embora apresente desafios e críticas, a NGP se consolida como um modelo promissor na busca por uma gestão pública mais eficiente, eficaz e participativa.

Referências Bibliográficas

HOOD, C. A public management for all seasons? Public Administration, v. 69, n. 1, p. 3-19, 1991.

OSBORNE, D.; GAEBLER, T. Reinventing government: how the entrepreneurial spirit is transforming the public sector. New York: Penguin Books, 1992.

RHODES, R. A. W. Understanding governance: policy networks, governance, reflexivity and accountability. Buckingham: Open University Press, 1997.

 

De que forma a Nova Governança Pública difere da abordagem tradicional de governança? Quais são os principais elementos e princípios da Nova Governança Pública e como eles podem melhorar a capacidade do governo de enfrentar desafios complexos e promover a participação cidadã na tomada de decisões públicas?

 

Tópico: Modelos de Administração Pública: nova governança pública

De que forma a Nova Governança Pública difere da abordagem tradicional de governança? Quais são os principais elementos e princípios da Nova Governança Pública e como eles podem melhorar a capacidade do governo de enfrentar desafios complexos e promover a

A NGP busca melhorar a eficiência e a efetividade na gestão governamental através da colaboração, transparência e resultados colaborativos entre o governo e as instituições privadas, com transparência e acesso a informação, este modelo se difere do anterior por incluir muito mais a participação dos usuários dos serviços públicos.
Os principais princípios da NGP são a transparência e acesso a informação, tal principio permite que o cidadão obtenha a informação dos valores gastos pelo governo e com isso analisar se o benefício condiz com o valor gasto, outro principio muito importante é o da participação cidadã na tomada de decisões, tal princípio dá o poder da escolha a quem mais usa os serviços oferecidos pelo governo, ninguém melhor para saber o que precisa ser feito do que o usuário.
A NGP tem muitos desafios a serem enfrentados, um delas é garantir a inclusão e representatividade de diferentes grupos sociais, pessoas que precisam muito de auxílio e que tem pouca informação acabam não participando das tomadas de decisões do governo.

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A Nova Governança Pública surge da demanda de uma sociedade cada vez mais exigente em relação à qualidade e à eficácia dos serviços públicos, centradas no cidadão e buscando atender suas necessidades, através de uma gestão pública ágil, transparente e participativa, com o envolvimento desse cidadão nas políticas públicas.
Ela é baseada em princípios para a maximização de resultados (orientação para resultados) e para a qualidade de vida das pessoas (clientes), utilizando-se de instrumentos como a descentralização, competitividade, flexibilidade, ênfase na qualidade, envolvimento do setor privado, prestação de contas transparente e responsabilidade dos gestores, a fim de atingir a eficácia dos resultados e trazendo benesses para todos os cidadãos.
Assim, ela se torna mais dinâmica em relação aos modelos anteriores, porque busca a inclusão, a colaboração e participação de todos os grupos na tomada de decisão pública, já que são usuários de direito por serviços públicos de qualidade e eficazes, pois são esses cidadãos que financiam tudo isso. E, também, busca a transparência e responsabilidade de todos os envolvidos na prestação de contas, avaliando a performance da gestão.
Ainda, a Nova Governança Pública busca a parceria público-privada e a participação da sociedade em geral, enfatizando a colaboração e a inovação, para o melhoramento continuo da qualidade e execução dos serviços públicos, com foco em resultados. Dessa forma, tudo isso pode contribuir significativamente para a solução de problemas complexos, com a participação da sociedade como um todo. É aplicação daquele velho ditado: juntos seremos mais fortes!

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Para diferenciar, essencialmente a Nova Governança Pública tem seu foco principal em enfatizar mais a participação do cidadão e o aumento das ofertas dos serviços sociais pelo terceiro setor, do que as escolas anteriores da Administração Pública tradicional ou a Nova Gestão Pública.
Na Nova Governança Pública os principais elementos, princípios, modelos e boas práticas de governança no Brasil trazem uma importante lição aprendida, amplamente reconhecida entre aqueles que desejam dar efetividade aos princípios e práticas da boa governança pública, é a de que reformas legais são necessárias para a institucionalização, mas não são suficientes para garantir uma implementação efetiva das medidas. A institucionalização e as reformas institucionais devem observar concomitantemente três dimensões: a institucional (estrutural), a gerencial (métodos e habilidades técnicas) e a cultural (princípios e valores) (BRESSER PEREIRA, 1998; HILL; LYNN, 2009).
Na prática, isso significa que é necessário alinhar as normas, a cultura e as práticas de gestão por meio de instituições formais (como regras e processos) e informais (como práticas e valores). De nada adianta reformar a lei e os regulamentos sem que haja uma mudança nos processos de gestão e um treinamento adequado dos agentes responsáveis. Da mesma forma, todo o treinamento técnico pode ser prejudicado se não for acompanhado de mudanças nos valores e crenças dos agentes responsáveis por dar-lhe cumprimento. Soluções institucionais efetivas alinham normas a práticas e a valores. Dessa forma, cremos que essa é uma forma de melhorar a capacidade do governo no enfrentamento de desafios complexos e promoção da participação cidadã na tomada de decisões públicas.

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A Nova Governança Pública – NGP se concentra em melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público, enfatizando a colaboração entre as organizações públicas e privadas e o envolvimento dos cidadãos. Surge em resposta às demandas de uma sociedade cada vez mais exigente e crítica em relação à eficiência e eficácia dos serviços públicos. A NGP apresenta uma abordagem centrada no cidadão, buscando atender às suas necessidades e expectativas através de uma gestão pública mais ágil, transparente e participativa.
Segundo Osborne e Gaebler (1992), a NGP é baseada em oito princípios: orientação para resultados, orientação para o cliente, descentralização, competitividade, flexibilidade, ênfase na qualidade, envolvimento do setor privado e prestação de contas. Esses princípios são direcionados para melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público.
Outros autores argumentam que a NGP apresenta uma abordagem mais gerencialista e empresarial, com uma maior ênfase na gestão de resultados e no controle da performance dos serviços públicos. Destacam a importância da participação da sociedade na tomada de decisão e na gestão dos serviços públicos como forma de promover a accountability e a transparência na administração pública, além de enfatizarem que a NGP se baseia na ideia de que a gestão pública deve ser compartilhada entre o setor público, privado e a sociedade, visando uma maior participação e envolvimento dos cidadãos nas políticas públicas. A NGP encoraja a parceria público-privada e outras formas de cooperação, com o objetivo de melhorar a eficácia e eficiência na prestação de serviços públicos.

Nova Gestão Pública

A NGP se difere da tradicional pela participação da sociedade nas tomadas de decisão e transparência, aumentando assim a confiança da sociedade na gestão pública. Ela tem como princípios: O foco nos resultados e nos clientes(que são os cidadãos usuários do serviço público); descentralização; flexibilidade; prestação de contas e etc...
Esses princípios geram um melhor uso dos recursos e alcance de melhores resultados visando satisfazer as necessidades da população.

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A Nova Governança Pública difere da abordagem tradicional especialmente pela participação social nas decisões do setor público. Prática que muito contribui para aumentar a transparência e a confiança da sociedade na gestão pública.

Os principais elementos e princípios da Nova Gestão Pública são: as parcerias público-privadas; os contratos de gestão; as consultas públicas e audiências participativas; as redes de colaboração entre autores governamentais e não governamentais; a colaboração entre governo, sociedade civil e setor privado; a transparência e acesso à informação; a participação cidadã na tomada de decisões; e o foco em resultados e prestação de contas.

Como eles podem melhorar a capacidade do governo de enfrentar desafios complexos e promover a...

Eles aumentam a transparência, aproximam a sociedade dos órgãos públicos e contribuem para o aumento da eficiência, eficácia e efetividade da gestão pública.

Mudanças na nova governança pública

A NGP é uma abordagem que enfatiza a importância da colaboração e da participação dos cidadãos na tomada de decisão pública. Segundo Osborne e Gaebler (1992), a NGP é baseada em oito princípios: orientação para resultados, orientação para o cliente, descentralização, competitividade, flexibilidade, ênfase na qualidade, envolvimento do setor privado e prestação de contas. Esses princípios são direcionados para melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público.

O novo modelo de administração pública, conhecido como Nova Governança Pública (NGP), surge em resposta às demandas de uma sociedade cada vez mais exigente e crítica em relação à eficiência e eficácia dos serviços públicos. A NGP apresenta uma abordagem centrada no cidadão, buscando atender às suas necessidades e expectativas através de uma gestão pública mais ágil, transparente e participativa.

Autores como Osborne e Gaebler (1992) argumentam que a NGP enfatiza a eficiência, eficácia e accountability dos serviços públicos, estabelecendo parcerias entre o setor público e privado para a prestação de serviços. Nesse sentido, a NGP se baseia em princípios como a descentralização, a privatização, a competitividade, a qualidade e a inovação.

Outros autores, como Hood (1991), destacam a importância do controle e da avaliação da performance do setor público como forma de garantir a prestação de serviços de qualidade e a responsabilização dos gestores públicos. Para ele, a NGP apresenta uma abordagem mais gerencialista e empresarial, com uma maior ênfase na gestão de resultados e no controle da performance dos serviços públicos.

Já autores como Rhodes (1997) destacam a importância da participação da sociedade na tomada de decisão e na gestão dos serviços públicos como forma de promover a accountability e a transparência na administração pública. Segundo ele, a NGP se baseia na ideia de que a gestão pública deve ser compartilhada entre o setor público, privado e a sociedade, visando uma maior participação e envolvimento dos cidadãos nas políticas públicas.



De que forma a Nova Governança Pública difere da abordagem tradicional de governança? Quais são os principais elementos e princípios da Nova Governança Pública e como eles podem melhorar a capacidade do governo de enfrentar desafios complexos e promover a

A Nova Governança Pública (NGP) é um modelo de administração pública se deferencia do modelo burocrático tradicional, Pois a NGP se concentra em melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público, enfatizando a colaboração entre as organizações públicas e privadas e o envolvimento dos cidadãos.

A NGP tem oito princípios: orientação para resultados, orientação para o cliente, descentralização, competitividade, flexibilidade, ênfase na qualidade, envolvimento do setor privado e prestação de contas.

Esses princípios são direcionados para melhorar a eficiência, eficácia e responsabilidade do setor público.



A Nova Governança Pública

A Nova Gestão Pública difere-se da tradicional ao descentralizar suas atividades buscando a eficiência e eficacia. A NGP é norteada pelos princípios da descentralização, privatização, competitividade, qualidade e inovação. A participação da sociedade nas politicas públicas passa a ser muito importante e favorece a accountability e a transparência na administração pública. A NGP traz uma mudança significativa, pois a partir de seus princípios o Estado deixa de ser o provedor exclusivo dos serviços público e passa a ser o facilitador da prestação desses serviços.

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